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Em vista do desalojo da biblioteca que se aproxima, reforçamos o convite para a atividade deste sábado na biblioteca Kaos: ” Combate á civilização”. A ideia é trazer várias experiencias de luta contra o projeto civilizatorio; desde retomadas de terras por diferentes coletivos até experiências de ação direta contra o sistema tecno-industrial e em defesa da terra…

Lhes esperamos este sábado 30 ás 17hs na biblioteca!

Aproveitamos para lhes avisar que mesmo se esta atividade será a última dentro do atual espaço “físico” da biblioteca, em agosto e nos próximos meses, a biblioteca seguirá com suas atividades em outros lugares… lhes seguiremos informando por aqui mesmo!

Bora okupar o Mundo…

 

Ordem de despejo/desalojo Biblioteca Kaos 04/08/ 2016

Convite pra a resistência

 

 

Salve Companheirxs e amigxs.

Os projetos que se constroem desde uma posição de confronto e conflito percorrem por águas de constante mudança e inovação. A biblioteca Kaos, desde o início, ao se construir num espaço okupado, tinha esta possibilidade e escolha.

Faz uns dias, chegou até nossa porta a ordem de desalojo da casa onde moramos e onde levamos diante a biblioteca, a farmacinha natural, e muitas outras atividades, conspiras e encontros. O despejo foi marcado para o dia 4 de agosto de 2016 as 8 da manhã, com uma ordem judicial e a disposição da polícia para fazer efetiva a reintegração da posse.

Este ano, outras duas ocupações foram desalojadas, a Semente e a Kuna, Outras nasceram, e outras resistiram às tentativas de desalojo com várias estratégias. O contexto está ficando mais e mais opressivo para a okupação, porem isso também significa, como bem foi dito por um compa da okupa Nadir, que as okupações são um perigo para a dominação.

Nós não vamos fazer nenhum tipo de negociação judicial. Para nós a okupação era e é parte da proposta política do espaço e vamos manter essa posição.  Acreditamos que a okupação é uma pratica de confronto contra o capitalismo e a dominação, em conseqüência, legalizar uma prática subversiva não vai ser a nossa resposta. Também não vamos a usar o caminhão, os empregados de mudanças, nem as ferramentas que anunciaram nos darão. As mãos dos que oprimem não vão escrever nossos destinos.

O dia 4 de agosto, quinta feira, às 8 da manhã, vamos estar aqui, preparadxs para o confronto. Não vamos deixar a biblioteca antes desse dia. Vamos defender a Kaos, nosso espaço de expansão da anarquia.

Convidamos a todxs que lutam contra a dominação, e se sentem afins pra lutar e dar uma força ao espaço, a nos apoiar com sua presença desde a rua.

Pelas Okupações em conflito, a única resposta… o confronto!

Um desalojo, outra okupação!

Okupa e resiste!

Biblioteca Kaos

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Quinta 21 de Julho:

17h: Troca de ideia sobre anti-civilização e colonização, videos e material de difusão, bebidas e comidas..

Sábado 30 de julho:

15h: Combate á civilização! Experiências e possibilidades de luta contra a civilização.

Galera, companheirxs, amigxs!

Neste sábado, companheirxs estão organizando uma jornada anti-carceraria na Okupa do Boske, então iremos a apoia-los nesta iniciativa e vamos transferir nossa atividade prevista para este sábado para a quinta 21 e o da quinta para o sábado 30. Em breve difundiremos cartazes e mais infos sobre as atividades… entretanto, estão todxs convidadxs para a jornada anti-carceraria que vai rolar no bosque sobre solidariedade…

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A ideia da atividade é compartilhar perspectivas e experiências das okupas e suas conflitividades. Gostariamos de debater sobre o que entendemos por “conflito” desde as experiências de okupa e suas respectivas propostas.

Sábado ás 17hs

Biblioteca Kaos, Rua Alberto Torres, 185. Cidade Baixa, Porto Alegre

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“O ideal sustentado pela civilização era algo deslumbrante, gigantesco e avassalador, um mundo de ferro e cimento, de máquinas monstruosas e armas aterradoras; um povo de fanaticxs avançando na direção dos seus objetivos com perfeita coesão, animadxs todxs por pensamentos identicxs e todxs cantando o mesmo refrão… Em soma, trezentos milhões de habitantes, todxs com a mesma cara…” (1984, Orwell)

Enxergamos o “Progresso”, o “desenvolvimento”, o Estado, a devastação da terra como parte de um mesmo projeto civilizatório que há mais de 500 anos tenta dominar todo território e xs seres que a habitam. A terra está sendo engolida pelas empresas nacionais e multinacionais de mineração, energia e do agronegócio… A produção da comida está nas mãos dxs nossxs piores inimigxs, nas mãos dxs mesmxs que nos expropriaram nossa saúde e lucram com ela. Vivemos num contexto que, para manter os interesses dxs seus privilegiadxs, nos agride e escraviza. Nos últimos anos, o projeto civilizatório busca não só a destruição de todas as outras formas de viver e se relacionar com o mundo, mas também a reapropriação de lutas e processos de resistências contra o Estado (seu braço administrativo).

No mês de julho, a biblioteca Kaos abre debates ao redor das lutas multiformes contra os avances da civilização. Buscamos nos problematizar conceitos como colonização e civilização apresentando formas e estratégias de luta pela terra desde vários pontos de partida, particularmente num contexto latino-americano. Buscamos tencionar perspectivas e experiências esperando assim gerar um aporte à luta anti-civilização desde a reflexão apontando à ação…

Convidamos a todxs xs inconformadxs e interessadxs, a compartilhar suas perspectivas e experiências…

Com rebeldia

Biblioteca Anárquica Kaos

Calendário julho Anticivilização

Segundas: farmácia natural e autônoma, 15 Hrs. OFICINA DE FITOTERAPIA (conhecimento das plantas locais e suas propriedades curativas. Elaboração de um botequim natural)

Sábado 9: Okupa o mundo, Foda-se as nações. Okupas em conflito com o domínio existente…

Sábado 16: Anti-civilização, colonização e lutas pela terra

Quinta 21: Combate a civilização. Experiências de luta anticivilização.

Todo o mês: Material à disposição, exposição de livros e zines sobre o tema.

Todas as atividades são livres de álcool e fumo

Biblioteca Kaos; Rua Alberto Torres, 185. Cidade Baixa. Porto Alegre

Compas,

A biblioteca estará fechada nesta quinta 23 de junho. Cancelamos a atividade sobre o documentário Terraquios e será transferida para a proxima quinta, dia 30 de junho.

No sabádo, projetaremos o filme Guerreiros do Arco Iris.

Revolta e Anarquia!

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Chamada:

Compas, amigxs, galera.

Há um ano, decidimos fazer de um dos nossos projetos uma realidade: A biblioteca Kaos.

Muitas coisas aconteceram desde então e para nós as vezes fica difícil condensar todas as experiências, situações e tensões que vivemos neste espaço. Seguimos tendo os mesmos desejos de confrontação e de expansão das ideias e práticas anárquicas e acreditamos que a Biblioteca seja um espaço de constante concretização destas vontades.

Esperamos que ela tenha sido também, para vocês, o espaço de liberdade, difusão e tensão que propomos.

A modo de comemorar juntxs este ano de luta pela Anarquia e contra a dominação, lhes fazemos o convite para o dia 11 de junho a partir do meio dia para termos um encontro, okupando a rua com debates e música ao longo do dia…
Neste primeiro aniversário, nos encontramos também no momento da chamada internacional “A merda as nações, ocupa o mundo”, chamada que saiu de algumas okupas anarquistas da Grécia, que se declaram em confronto com o existente. Esta chamada tem como objetivo o fortalecimento dos espaços okupados em quanto espaços de tensão política e de encontro com o ataque anarquista.

Sendo esta chamada mais um anelo que nos inspira a seguir construindo este espaço como espaço de confrontação direta com o estado e o capital, decidimos responder a esta chamada na tentativa de fortalecer um espaço anárquico com baita história e combatividade: a Biblioteca antiautoritária Sacco e Vanzetti no Chile cujos companheirxs, depois de ter que enfrentar golpes repressivos por vários anos, estão passando por momentos complicados. Este pequeno gesto solidário visa o fortalecimento dos laços internacionais que permeiam a luta pela anarquia que procura o rompimento das fronteiras e das distâncias físicas. Venderemos então uma rifa (com muitos prêmios!), rango vegan e bebida cuja grana será mandada para elxs.

Abraçamos as várias okupações de escolas que estão acontecendo na cidade, assim como a luta incansável dxs indígenas e quilombolas que estão enfrentando um cenário ainda mais adverso e lhes convidamos para que venham a partilhar conosco suas experiências de luta…

Este convite é também para vocês fazerem do espaço o lugar onde propor atividades, expor suas feiras, espalhar suas ideias e partilhar inquietudes.

Alguns de vocês já o fizeram e valorizamos cada atividade que fizeram nela, cada ajuda para arrumar o espaço, cada livro doado, restaurado, pegado em empréstimo e retornado com mais historias acumuladas nas suas páginas.

Abraços rebeldes

Biblioteca anárquica Kaos

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Resenha da Atividade sobre CCF na biblioteca Kaos dia 26 de maio.

Enfrentando os perpétuos problemas técnicos que xs compas que frequentam a biblioteca já conhecem bem, apresentamos o livro “Nosso dia Chegará” que traduzimos ao português e projetamos o filme feito pelxs compas da CCF “Projeto Fênix. O retorno da Conspiração de Células de Fogo”.

Iniciamos a atividade com a leitura das palavras escritas pelxs compas de “Sin Bandera, sin Banderas” núcleo de agitação de propaganda antiautoritária do Chile, do blog de contra-informação “Kataklysma”, de Spyros Mandylas e dxs proprixs compas da Conspiração das Células do Fogo. Sabemos que estas palavras chegaram e mexeram profundamente com nós, que escutá-las foi um importante momento de encontro. Era muito difícil não se sentir cativadxs pela força das mensagens lidas e a firmeza que transmitem. Depois dessa leitura assistimos o vídeo Projeto Fênix, as palavras e as vozes dxs compas no vídeo nos fizeram sentir a todxs mais proximxs delxs, ao mesmo tempo em que nos deleitávamos com os ataques certeiros contra a dominação.

Quebrar as grades, as fronteiras e a distância que nos separam era um dos nossos objetivos com a iniciativa de realizar esta atividade. Acreditamos que neste rompimento, reside também a solidariedade, ao final, transformando o distante em próximo, trazemos sementes para a ação insurrecional neste território, e sabemos que não há maior ato solidário que o ataque. Contudo, esta atividade foi mais um impulso para que sigamos afiando nossas facas para apontar contra o poder…
Provavelmente as cumplicidades e conspiras que cresçam desta atividade poderão se observar só com o tempo… e na escuridão das noites. Não pode existir indiferença diante dessas convicções. Porque, parafraseando a uma das pessoas no fim da atividade “Cada umx de nos pode ser uma célula de fogo…” a beleza estará em dar o passo entre a palavra e a ação.

Nosso salve, cumplicidade e afeto insurrecto para xs Compas da Conspiração das Células do Fogo e Spyros Mandylas!!!

Força e solidariedade com xs que lutam
Nosso agradecimento a Sin Fronteras Ni banderas, Kataklysma e xs compas que ajudam na tradução e correção do texto.

Biblioteca Kaos

O livro estará disponível tanto na versão PDF quanto na versão em papel, a partir do mês de junho, é só pedir ele mediante contato conosco através do nosso e-mail: biblioteca-kaos@riseup.net.

Apresentação do livro “Nosso dia Chegara” para a edição em português. Biblioteca Kaos

Este livro, o segundo que editamos como Biblioteca Kaos, é o relato de uma greve de fome que se inscreve numa luta política e radical dentro das prisões. É um relato que mostra que sempre existe uma resposta combativa frente a opressão e à repressão por mais aguda que esta seja.

A tradução do libro “Nosso dia chegará” é também um salve para a Conspiração das Células do Fogo (CCF), que responde a várias motivações, nossa profunda afinidade com a Conspiração das Células do Fogo, da qual nasce nossa solidariedade que nos impulsiona a traduzir e difundir suas ideais e estratégias de luta, a presença de ações em solidariedade com xs companheirxs da CCF, mas também nosso projeto de expansão das ideias y práticas anárquicas. Traduzimos o texto editado por Sin Banderas Ni Fronteras “Nuestro Dia llegará”, e apresentamos todxs os comunicados que surgiram ao longo da greve, algumas atualizações do caso, e os comunicados das ações que aconteceram neste território, controlado pelo estado brasileiro, em solidariedade com a greve da Conspiração das Células do Fogo. Também incluímos no livro os comunicados que Aggeliki e Christos escreveram no começo do julgamento na sua contra, palavras dxs compas da CCF, de Spyros Mandylas, de Sin Fronteras Ni Banderas e as do site Kataklysma, todas elas especialmente enviadas para esta edição e para a atividade do dia 26 de maio.

É bastante difícil concentrar nestas palavras o acionar da CCF e a expansividade de sua proposta junto ao projeto da FAI-FRI e o projeto Fênix. Cada comunicado envolve só um momento da sua trajetória combativa. E se agora traduzimos e editamos um material que fala só de um momento desta trajetória, é porque esse momento nos dá uma sacudida importante.

Xs membrxs da CCF estão presxs, alguns faz mais anos que outrxs, por agirem em concordância com suas ideias acratas, atacando o que domina. Desde o 21 de janeiro de 2008, começaram a serem reivindicadas ações da CCF no território grego e durante dois anos, os ataques foram se intensificando, tanto em relação a um nível táctico-operativo quanto em relação a uma reflexão sobre os alvos a apontar. Em 2009 e 2011 algumas detenções fazem com que haja uma descida na intensidade da confrontação. Dentro da prisão, eles assumem uma postura clara de rechaço ao circo judicial que se arma ao seu redor. O único caminho é a luta, dentro e fora das grades.

Emerge então, o projeto Fênix, como uma mostra de que das cinzas podia surgir de novo o fogo do combate. Tudo isto é claramente a demonstração de que nas condições adversas, ainda é possível lutar. Xs companheirxs mostram cotidianamente que suas convicções são e serão sempre mais fortes que as condenas que o Estado se esforça em colocar nas suas costas. Já na cadeia, sem nunca deixar de solidarizar e de agitar e fazer protestos, tentam fugar repetidamente. Na tentativa de fuga do ano 2015, descoberta antes de ser realizada, a vingança do sistema judicial e policial atinge os seus familiares e seres afetivamente próximos. Os esforços do Estado para reduzir xs companheirxs se intensificam: Mãe, irmão, noiva, companheirx são detidxs sob a acusação de serem cúmplices e membros da CCF. Outra vez, xs companheirxs não caem nas armadilhas do poder, e respondem à repressão com combate: realizando a greve de fome até a morte, da qual fala este livro. Para quem acreditasse que estar presx, com o corpo encerrado, e sendo torturado emocionalmente, podia paralisar a luta, não foi o caso. Xs companheirxs nunca deixaram de lutar e se a morte tinha que ser a estratégia, com dignidade a abraçariam.

A repressão enfrentada de cabeça erguida pelxs companheirxs foi marcada pela fortaleza dos seus laços de companheirismo e por uma inquebrantável firmeza e afinidade política. A decisão de levar a cabo uma greve de fome até a morte desafia toda tentativa de extermino da dissidência. Dentro dessa experiência, tanto a autocritica quanto o processo de greve de fome dxs companheirxs da CCF nos lembra que parte da essência da luta insurrecional anarquista reside também na beleza das relações que somos capazes de criar com quem decidimos caminhar, com quem caímos, e com quem, de novo, nos levantamos. Nossas relações tornam-se insurretas na medida na qual estivermos dispostxs a agudizar o conflito contra o existente… a afinidade se potencializa através da ação e dos obstáculos que temos por enfrentar juntxs. A firmeza dxs indomáveis companheirxs e sua capacidade a permanecer em pé de guerra diante de cada golpe recebido é, para nós, mais uma aprendizagem, uma inspiração que vemos necessário fazer chegar a cada coração insurreto.

Temos aprendido bastante das reflexões e experiências dxs companheirxs da CCF, por isso nos parece importante hoje, traduzir suas palavras insurretas. Acreditamos que a tradução não se faz somente num aspecto “literal”, mas também, na capacidade de tornar entendível e “possível” experiências de luta armada anarquista neste território. Porque além de experiências vividas, estas linhas são um pedaço de uma trajetória anárquica, de uma coordenação internacional da qual nos sentimos parte. Se decidimos traduzir este livro é porque encaramos o diálogo com CCF e outros grupos de ação desde estas terras, como um desafio individual e coletivo. Neste sentido, as experiências de luta, os erros, as cagadas, as autocriticas assim como as ideias e projetualidades são pontos de encontros e fontes de reflexão para a intensificação do conflito anárquico.

Um conflito que se expande e vaza fronteiras, como nos mostrou a chamada internacional do dezembro negro, que para nós esteve em profunda relação com a greve de dos companheiros da CCF. Se bem a greve acontece nos inícios do 2015 e a chamada é para o dezembro desse mesmo ano, xs companheirxs envolvidxs na greve e em solidariedade com elxs, ainda estavam (e estão) para afrontar o julgamento por a tentativa de fuga na qual iam a ser julgadas também suas pessoas queridas. Então a chamada do dezembro negro aliás foi feita para memoria combativa pelos mortxs e presxs, tocou profundamente a solidariedade com xs compas da CCF.

Esta chamada foi respondida desde diversos pontos do mondo e desde diversas formas de combatividade anarquista. Fogo, sabotagem, livros, pixos, faixas, cartazes, e mais foram as formas mediante as quais varixs anonimxs mostraram a potência da coordenação anárquica diante dum chamado internacional. Por isso que apresentamos os comunicados das ações que aconteceram nestas terras em resposta a esta chamado. Porque ver a solidariedade insurreta saindo deste território e chegando até a prisão de Koridallos foi mais um incentivo para seguir difundindo a proposta e a práxis insurrecional anarquista.

Esta iniciativa aponta à afiação da reflexão e da ação. Acompanha a firmeza dxs companheirxs de CCF, seu projeto insurrecional, seus ataques realizados, seus alvos, pois, seu caminho rumo à Anarquia Negra. Trazer parte desta trajetória até aqui é convidar axs insurretxs e inconformadxs a dialogar através da ação com experiências vividas em outras latitudes. É um convite à coordenação informal e internacional, coordenação necessária para a potencialização do confronto insurrecional.

Que este livro seja mais uma fagulha para que sigamos iluminando a escuridão…

Biblioteca Kaos

Em inglês:

Review of the event about CCF in “Biblioteca Kaos” on may 26th

Dealing with the perpetual technical problems that the comrades who attend the library already know, we present the book “Our day will Come” that we traduced to portuguese and we watched the movie made by CCF comrades “Phoenix Project. The return of Cells of Fire Conspiracy”.

We began the event with the reading of the words written by the comrades of “Sin Bandera, ni Frontera”, core of agitation and anti-authoritarian propaganda from Chile, of Kataklysma contra information blog, of Spyros Mandylos and of the CCF comrades. We know that these words arrived to us and teased us deeply; that listen to them was an important moment of the event. It would have been difficult not to feel us captivated by the strenght of the messages read and the firmness that they transmit. After the reading, we watched the video of the Phoenix Project, the words and voices of the comrades in the video made all of us feel closer of the comrades, and, at the same time in which we delighted with the accurate attacks against domination.

Breaking grades, frontiers and distance that separates us was one of our aim with the initiative of realizing this event. We believe that in this breaking, resides the solidarity, at the end, transforming distant in near, we bring seeds for the insurrect action in this territory, and we know that it doesn’t exist better solidarity act that the attack. Nevertheless, this event was one more impulse so that we have to keep sharpen ours knives pointing against Power…
probably the complicities and conspiracies which are growing from this event could be observed only with time going on… and in the darkness of the nights. It can’t exist indifference in front of these convictions. Because, paraphrasing one of the person at the end of the event “ everyone of us can be a cell of fire…” The beauty will be giving the step between words and action.

Our salute, complicity and insurrect affection for the Cell of fire Conspiracy comrades and Spyros Mandylas!!!
Strength and solidarity with those who are struggling

Thanks for Sin Banderas ni Fronteras, Kataklysma, for all the comrades with helped in the translation and correction of the text.
Biblioteca Kaos

the book will be available in pdf version and print version in June in our contact by mail: biblioteca-kaos@riseup.net.

Presentation of the book “Our day will come” from Biblioteca Kaos

This book, the second edited as Biblioteca Kaos, is the narration of an hunger strike which is inserted in a political and radical struggle into the prisons. This is a narration which shows that, as sharp as would be repression and oppression, it always exists a combative answer.

The translation of the book “Our day will come” is also an embrace for Conspiracy Cells of Fire (FCC), which answers to different motivations: our deep affinity with Conspiracy Cells of Fire, from where rises our solidarity which impulses us to translate and spread their ideas and struggle strategies, the presence of solidarity actions with FCC comrades, but, also our expansion of anarchic ideas and practice project. We translated the text edited by Sin Banderas Ni Fronteras “Our day will Come”, and we presented all the communicates which emerged belong the hunger strike, some actualizations of the case and the communicates of the actions that took place in this territory controlled by Brazilian state in solidarity with the hunger strike of FCC. We also included in the book, Aggeliki and Christos ‘s communicates that they wrote in the begin of the trial, FCC, Spyros Mandylas, Sin Banderas ni Fronteras and Kataklysma blog ‘s words, all of them especially sent for this edition and for the event of may, 26th.

It’s difficult enough to concentrate in FCC words or way of action all the expansiveness of their proposal with FAI-IRF and Phoenix project. Each communicate involves just one moment of their combative trajectory. And right now, if we translated and edited a book that speaks of a specific moment of this combative trajectory, it’s because this moment gave us an important shake.

FCC members are imprisoned, some for more years than others, for acting agreeing with their anarchic ideas, attacking what’s dominates. Since may, 21th of 2008, FCC actions are being claimed in Greek territory and, during two years, the attacks were intensifying, as a tactic- operative level, as in a reflection of the aims to target. In 2009 and 2011, some arrests have produced a descent in the intensity of the confrontation. In the prisons, they assumed a clear position of repulsion for the judicial circus that was going on. The unique way is the struggle, inside and outside grades.

So, it emerges the Phoenix Project as a demonstration that the fire of the fight can emerge from ashes. All of this is clearly a demonstration that in adversed conditions, it’s steel possible to struggle. The comrades are showing every day that their convictions are and will be always stronger that the sentences the state insists to set on their shoulders. Yet, in the prisons, without ever stop to render solidarity, agitate and make protests, they try to escape repeatedly. In the escape tentative in the year of 2015, discovered before it would be accomplished, the vengeance of the judicial and political system reaches their relatives and emotionally fellows. The efforts of the state to reduce the comrades are intensifying: mother, brother, wife, comrades are arrested with the accusation of being complicit and FCC members. Once again, the comrades don’t fall into the roper of the power, and answer to repression with fight: they make an hunger strike to death, hunger that this book is talking about. To whom believed that being imprisoned, with the body jammed and emotionally tortured, could paralyze the struggle, it was not the case. The comrades never stopped to struggle and even if death would be a strategy, they would embrace it with dignity.

The repression faced with raised head by the comrades was marked by the strength of their companionship ties and by an unbreakable firmness and politic affinity. The decision that made them realize an hunger strike to death challenges any tentative of dissidence extermination. Inside this experience, the auto-critic as the hunger strike process from FCC comrades reminds us that part of the essence of insurgent struggle lives in the beauty of the relationships that we are able to create with the people we decide to walk, with who we fall, and with who we stand up again. Our relationships become insurgent as we are eager to sharpen the conflict against the existent… The affinity reinforces itself by the action and the obstacles that we have to confront together.

The firmness of unbreakable comrades and their capacity to stay on the warpath in front of every received blow, is for us, one more learning, an inspiration that we see necessary to spread into every insurgent heart.

We have learned a lot from FCC comrades reflections and experiences, that’s why it was important to us to translate their insurrect words. We believe that the translation is not made only in the “literal” aspect, but also, in the capacity of these experiences of anarchist armed struggle becoming understandable and “possible” in this territory. Because, belong lived experiences, these lines are a bit of a anarchic trajectory, of a international coordination that we feel part of. If we have decided to translate this book, it is because we look straight at the dialogue with FCC and others action groups from these lands, as an individual and collective challenge. In this way, the struggle experiences, the mistakes, the shit, the auto-critics as the ideas and projectualities are meeting points and reflections sources for the intensification of the anarchic conflict.

A conflict that spread itself and pours out frontiers, as the international call of Black Dezember showed us, that for us was in deeply relation with the FCC comrades strike.

If the strike goes on in the beginning of 2015 and the call was for December of this same year, the involved comrades in strike and in solidarity with them, were still (and still are) to confront the trial for escape tentative in which their relatives also were to be judged. The call of Black December as was made to raise the combative memory of our dead and imprisoned comrades, touched deeply the solidarity with FCC comrades.

This call was answered from different part of the world and from different form of anarchist combativeness. Fire, sabotage, book, tags, bands, poster and more, were the forms of lots of anonymous have shown the potency of anarchic coordination in font of an international call. That’s why we present the communicates of the actions that happened in these lands in response to this call. Because seeing the insurgent solidarity going out this territory and reaching Koridallos prison was one more incentive to keep spreading the insurrectional anarchist praxis and proposal.

This initiative points at the sharpening of reflection and action. It follows up the firmness of FCC comrades, the insurrectional project, the accomplished attacks, its aims, well, their way bearing Black Anarchy. Bringing part of this trajectory to these lands is a way to invite the informal and international coordination, coordination that we think necessary for the potencialization of insurrect confrontation.

So that this book can be one more spark to keep illuminating the darkness…

Biblioteca Kaos

Words from contra-information and Radical Ecology “Kataklysma” for the event of may, 26th about FCC

Hey gang of Biblioteca Kaos!

Hidden here somewhere, in a periphery forest in Latin America, I am sending my fervent greetings for all the comrades congregated in this subversive meeting. I lament to not be, flesh and blood, present in the library, thing that I want to do soon, and, it is because of this absence that I’m sending my accomplice words to all of you, to make me present here in the gang.
More than ever it is our hour. The New Anarchy burns in the heart of the true insurgent, that are walking without return to insurgent tension that confronts without breath ALL the existent. It’s also more than ever, time of Chaotic people who don’t pardon social peace, break the status quo of this rotten robotic and servant society and take it to ruins by the continue action without precedent. New Anarchy’s flame are burning from Greece to Chile, from Chile to Mexico, from Mexico to Italy and all over the planet they spread, causing terror in the slaves that are surviving in the cities and to their masters. Instead of frontiers, barricade and conflicts front are existing. They receive fugitive of this world, all ready for the fight to all-or-nothing in which prison and death can be a way that we would have to go through. But, they are not few people who doesn’t fear the insurgent and salvage conflict, and this makes me happy.
A great example of chaotic fugitives are guerrilla comrades of FCC who, even with uncountable sentences on their shoulders don’t make a step behind and goes forward, conspire day and night to burn Greek prisons, to break their gratings and to pull into savagery and uncertainty of social war again, where, the only certainty is the irremediable praxis.
The translation/subtitles of Kataklysma blog is a complicity and solidarity act with imprisoned greek comrades and to their convictions, including with the fact that they don’t repent themselves for their actions. As there or here, together, we conspire for the elevation of insurgent chaotic tension. Not just in Greece, but in Chile, Spain, Italy, Mexico, Russia, Indonesia, USA, Peru, England, France, Germany, Turkey, all around the earth and above all, Brazil, here we are and will always be! Whenever exists injustice it will exit rebellion, and this is the grain that we plant today, here and now!

So that the New Anarchy grain germinates in this fertile ground that we inhabit and can grow wildly as the harmful herbs succumbing the cities! In the front we are and in the front we ‘ll meet.

Rage, conscience and anarchy, today, now and always
É nóis rapa!

Words of FCC members and Spyros Mandylas:

CCF – Urban Guerrilla Core “ Our day will come”

Contribution from jail for the manifestation in Brazil, in library KAOS for the book presentation “Our day will come”.

Even if you cut all the flowers, you cannot deterrence spring

Captivity of an anarchist in jail is first of all a personal confrontation. It’s a confrontation against fear, contradictions, losses and defeat…

It’s a confrontation with the sound that resonates in every corner of the cell and tries to convince you that we lost… that everything is gone. The locks, the railings, the cameras, the wires, the uniforms, they want to remind you the states triumph.

But nothing ends…

We may have bled …but we never gave up…

And our day will come…

In the summer of 2013 the international plan “Phoenix Project” is on the move in order to reborn the urban guerilla warfare from its ashes.

The “Phoenix” was travelling across Mexico, Chile, England, Germany, Italy, Czech, Russia, Indonesia, and Greece… blasting and torching vehicles of prison directors, interrogators’ houses, banks, wealth symbols etc

The beginning was made/ And so it strarted…

The next two years the project is being organized…

Now in prison we do not count days for the ending of our punishment, we only count our hate in order to retaliate to the attack which deprived our freedom… Thoughts, conversations, plans… the decision has been made before we even realize it… escape is our release paper. In the kingdom of democracy, freedom is illegal and we will obtain it with illegal means.

One tall concrete wall separates us, a few railings, wires and the guards in watchtowers.

Concrete cannot beat freedom.

The plan is ready… the tests have been done… one van loaded with 200 kilos of explosives will be parked next to the wall…and freedom will rise from the ruins of the jail…

And then…

It’s the moment, when luck does not choose to stand by those who dare but it favors the cowards in the uniforms…

Arrests, police raids in our safe houses, disclosures of guns, rockets, explosives, vehicles, arrest warrants for those who would assist to the escape plan, investigations in our cells and transportations in the empty underground high-security wing.

The first thing you hear in the underground high-security wing is the sound of silence… total silence that whispers to you about the defeat that you must accept…

The state counterattacks…

Cops, judges, journalists, take their revenge for the escape plan we didn’t complete…

Television since the morning until late at night vomits bile and organizes panic… “terrorist from CCF were organizing a massacre”, “They were planning to kill people”, “CCF was organizing a massive terror escape” “CCF has relations with the mafia” ,” Terror in jail”.

Crows of authority thirst for more blood. They set up coordinated raids and they arrest comrade Angeliki Spiropoulou, who was fugitive because of the escape plan.

Even though the concert of revenge does not stop there…

They set up a filthy emotional racketeering and the anti-terrorist agency captures and interrogators imprison our relatives, charging them us members of CCF.

They say that the character of a person does not show from the way they enjoy their victories but from the way they manage to overcome their defeats.

So we begin a hunger strike until death, demanding the release of our relatives. A struggle with a bitter taste in our bodies, watching our relatives behind bars… We will win half a victory, since the mother of comrades Hristos and Gerasimos Tsakalos was released but another hunger strike will be needed from Gerasimos Tsakalos and his partner Evi Statiri for Evi’s release.

One more attempt followed in cooperation with the comrades from “Revolutionary Struggle” in order to escape by helicopter; we wanted to flee organizing the day that we would not be there for the prison counting.

However an engagement inside the helicopter will cancel the freedom flight…

Too many thoughts, grief and even more tantrum…But a sullen face is the face of defeat…and we do not intend to lose…

They may have buried us in the deep underground cells of their jails, but they forget that some seeds grow even in the most sunless places…

We know for sure that freedom is not won on prayers not even with entreaties but with the loud noise that breaks the curse of captivity.

So today after 5,5 years of imprisonment we know that the reality we want is totally different from the reality we live in…

But the distance between desire and reality is only.. boldness…

One day in prison, two days in prison, three days in prison… Today the day is passing so slowly…What is going on outside? Are they thinking of me? Four hundred seventy three days in prison. Four hundred seventy… I lost count…Fuck it…it is for the best. In prison counting is not good. .

I cannot sleep. Yesterday I completed three prison diaries…glang glang…the door key…they came in the middle of the night to search.

One thousand five hundred fifty two days in prison… Satisfied “lovely” judges? If I get out you’ll see…

Today I vomited my soul. I vomited bars, walls, disappointment, betrayals… I do not want to count any more.

I am thinking of all the stuff they locked out from me…all of the stuff they stole from me…all of the things they are trying to make me forget… a smile, a look that doesn’t stumble at bars, a night that does not end with the lock…I stop thinking…Open my hand…I stare at the rasp that I am holding…Now I know…Let’s go once again…Our day will come…”

Conspiracy of Cells of Fire – FAI/IRF.
Urban Guerilla Core

Christos Tsakalos
Gerasimos Tsakalos
Giorgos Polydoros
Olga Okonomidou

Translated in English by some comrades from Papamihelaki Squat (Rethymno)

Words of Conspiracy of Cells of Fire

Your event, creates cracks in the concrete universe surrounding us, as it tries to lighten things and situations concerning a reality we have experienced and we re still experiencing.
The video for the Phoenix plan you re going to show,  was a video made for an event in Athens where we were going to intervene telephonically to describe the new charges that led us to one more trial. It was about the charges of inciting some attacks that were carried out in the context of the Phoenix project, which starts with the blowing of the Korydallos prison director’s personal car by  the Conspiracy of Cells of Fire, Core  Sole/Boleno.
At that time, all imprisoned members of CCF in their letter had hailed this action, and on that letter they based the new indictment. In the video one can hear the voices of the imprisoned members.
The book “Our day will come” is an editorial attempt of comrades from Chile who tried to record the story of an attempted escape of the CCF members and all that followed. Arrests of CCF members’ relatives and the hunger strike they had for the release of those relatives.
In both cases there is a (common) central axis: the desire of some imprisoned anarchists not to accept the conditions of their captivity.Through these stories one can see that either one way or the other, the unquenchable thirst for action and for freedom can not be stifled.
We hope this message will warm your hearts and make you feel closer to us despite the countless kilometers separating us.
We send our warmest greetings to the comrades who took the initiative to contact us and who prepared this event, as well as all the comrades attending it.
A flaming hug from the prison cells of the greek republic.

Τhe members of the Conspiracy of Cells of Fire:

Panagiotis Argyrou
Michalis Nikolopoulos
Giorgos Nikolopoulos
Haris Hatzimichelakis
Theofilos Mavropoulos
Damianos Bolano

A contribution to the event of “Biblioteca Kaos”, that takes place in Porto Alegre, Brazil from the anarchist-nihilist, Spyros Mandylas

Salute comrades,

I would prefer my interference to be face-to-face, being among us. But my restriction orders don’t allow me to move across the borders of Thessaloniki city. The restriction orders is a tactic that is used frequently by the Greek state and it attempts to keep anarchists in political hostageship.

I would like to salute this event by highlighting the importance of events such this, in which there is the participation of people who either they have accomplished armed actions or they have been targeted from the repressive mechanisms of the state with the excuse of the anarchist urban guerilla. Also, it’s important the fact that this event has international characteristics, which proves that solidarity can’t be restricted by the borders.

I would like to mention 2 subjects. The first one is the connection between the “public” and the “illegal” parts of anarchy and the second one is my personal opinion about the way the nihilist tendency -the “third pole” as it’s used to be referred to the last years- should be organized.

So let’s begin with the first issue. I believe that in the case of Nadir squat, the state showed its willing with the best possible way. So if someone has been involved, even in the surface, in the case of Nadir, he/she would know that the state forced against us 4 repressive attacks and a barrage of invasions in houses. In most of them in the front line of the attacks was the anti-terrorist service of police. Obviously there is a certain procedure of thinking behind this act of the state. It wants to set a barrier to the expansion of nihilist speech and New Anarchy. As I said in my “defense speech” in the trial for the phoenix project “The state considers the connection between the “public” and the “illegal” as an explosive mixture”. It’s widely known that many urban anarchist guerrillas in Greece and abroad (e.g. the comrade Mauricio Morales was a member of Sacco and Vanzetti squat) have grown up politically in squats and self-organized spaces. A practice like this, with offensive characteristics ca be used as a tool in the hands of the movement. However, the wrong usage of these practices can cause the opposite results. The fact that spaces with these characteristics are on the target of hard repression from the state, proves the capability of them to threaten the power seriously.

Let’s talk now about the second issue, which is, as I said, the actions that should be taken in order the so called “Third Pole” to be organized. I believe that its characteristics must be specific. The nihilist tendency isn’t, in any way, the patrol of the official anarchy or a part of the so called “wild youth”. It includes the negation in every point and every move of its. It moves forward offensive an not acting in defense. However, nihilism means acts overall, so I believe that there is no point to extend my opinion more about this subject. I will only say that the state is being organized very seriously against the Black Anarchy (with hundreds of cops staffing the anti-terrorist police service, with powerful machines that intercept cellphones and internet data, with DNA data bases that are being created and enriched constantly). So the serious organization among us is the only way left.

I believe that a conversation about these issues has to be started. Finally I would like to salute the comrades that have organised and those who came to attend this event. I believe that practices such as “Biblioteca Kaos” will offer much to the permanent anarchist revolution.

Stay strong,

19th May 2016

Spyros Mandylas

Member of anarchist squat, Nadir

Defendant for the Phoenix Project

Panfleto Junho 1

Calendário de Junho

Segunda 6: MUTIRÃO a partir as 9hs para arrumar o espaço. Quem quiser vir pintar, ajudar em arrumar o telhado, arrumar os diversos espaços da biblio é bemvindx…)

Segundas 13, 20 e 27: às 16hs. Farmacinha natural e autônoma e Troca de ideia e leituras sobre saúde.

Quinta 9: às 17hs. Troca de ideia sobre Alimentação e projeção do documentário: “O mundo segundo Monsanto”

Sábado 11: a partir das 12hs. ANIVERSARIO DA BIBLIOTECA KAOS. Troca de ideias, Musica ao vivo, Rifa solidaria com a biblioteca antiautoritária Sacco e Vanzetti (Chile), comida e bebidas.

Quinta 16: às 17hs. Projeção do documentário “Green” sobre o oleio de palma e suas consequências nefastas para a natureza.

Sábado 18: às 15hs. Oficina de sabonetes com Bate…

Quinta 23: às 17hs. Projeção do documentário “Terráqueos”. Sobre exploração animal

Sábado 25: às 17hs. Projeção do documentário “Guerreirxs do Arco Iris.“sobre a história da Resistência e combate dxs Seediq Bale, comunidade da ilha de Taiwan, os quais foram colonizadxs e invadidxs pelo governo do Japão, após serem cedidxs pelo governo da China. É uma história da insubmissão de toda uma coletividade que não se reduz diante de nenhuma invasão e luta sem trégua pela sua forma de vida em contato com seu território.

Todas as atividades são livres de álcool e fumo

Biblioteca Kaos; Rua Alberto Torres, 185. Cidade Baixa. Porto Alegre

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